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Veja alguns dos mais recentes artigos sobre a criança em Moçambique publicados nos Media nacionais

Criança de onze anos de idade assassinada e enterrada na mata

Uma criança de sexo feminino, de apenas onze anos de idade, foi assassinada na terça-feira em Bándua, no distrito do Búzi, em Sofala, e seu corpo enterrado numa mata pelos homicidas, soube ontem o “Diário de Moçambique” junto do comando provincial da PRM. Até ao momento desconhecem-se os autores do crime e muito menos as causas que levaram os referidos assassinos a matar a menor, cuja identidade, por motivos de investigação, as autoridades policiais decidiram não revelar.

Mulheres grávidas queixam-se de mau atendimento em Xai-Xai

Parte das mulheres grávidas que procuram os serviços sanitários para as consultas pré-natal, no centro de saúde da cidade de Xai-Xai, em Gaza, queixaram-se ontem de morosidade e mau atendimento por parte do pessoal em serviço naquela unidade. Fontes do ”Diário de Moçambique”, por sinal mulheres grávidas que na manhã de ontem procuraram serviços de pré-natal referiram que, além da morosidade por parte das enfermeiras, elas são vítimas de insultos durante as consultas, alegadamente protagonizados pelo pessoal técnico de Saúde Materno Infantil.

Sofrimento de pouco mais de meio século, crianças respiram de alívio

O ar de alívio, brizou quando esta quarta-feira, 1 de Junho, dia Internacional da Criança, a Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade - FDC em parceria com a Vodacom lançaram a primeira pedra que deu início as obras de construção de um pavilhão de salas de aulas, um bloco administrativo e sanitários convencionais.

Menor denuncia tia de maus tratos

Suposta tia de uma criança, aparentando sete anos de idades, levava consigo todos os dias acções de violência contra o petiz. Segundo a criança que sozinha se dirigiu a esquadra do bairro Kongolote, além da agressão fisíca, esta ficava dias sem alimentação por não lavar a roupa dos primos.

Governo reconhece que direitos das crianças estão a ser violados

Para inverter a situação, o Ministério da Justiça, através do IPAJ, está a capacitar os seus quadros em matérias de protecção de direitos da criança.

O vice-ministro da Justiça, Alberto Nkutumula, reconhece que os direitos da criança consagrados na constituição da República, Convenção dos Direitos da Crianças ou mesmo na Carta Africana dos Direitos da Criança, em Moçambique, estão a ser extremamente violados. “Os números estatísticos ilustram esta realidade. Em Moçambique, cerca de 700 mil meninas tornam-se mães no intervalo dos 12 a 14 anos de idade, e ainda 50 por cento do universo destas casam-se antes de 18 anos, para além de 17% que também se casa antes de 17 anos”, disse Alberto Nkutumula.

Diário dos sobreviventes da “Ilha”

Terror, mau cheiro, lixo e cenário de abandono, é o que caracterizam o lugar conhecido por “ilha”, mas que os seus sobreviventes preferem chamar por “escuro”. Estamos a falar da ruína que fica na esquina entre as avenidas 25 de Setembro e Samora Machel, na zona baixa da cidade de Maputo.

Diário dos sobreviventes da “Ilha”

Terror, mau cheiro, lixo e cenário de abandono, é o que caracterizam o lugar conhecido por “ilha”, mas que os seus sobreviventes preferem chamar por “escuro”. Estamos a falar da ruína que fica na esquina entre as avenidas 25 de Setembro e Samora Machel, na zona baixa da cidade de Maputo.

GAZA - Incentiva-se denúncia de violadores de menores

A pequena comunidade de Mazucane, distrito de Mandlakazi, viveu semana finda, momentos ímpares de regozijo, por ocasião do reconhecimento público, por parte da Organização Visão Mundial, das crianças do Parlamento Infantil local, obsequiadas com medalhas de mérito, devido à coragem que tiveram, recentemente, ao denunciar às autoridades governamentais o macabro acto de violação sexual de uma menor de apenas sete anos de idade, protagonizada por um professor de 42 anos.

Livros gratuitos aguardados no país

O GOVERNO continua a aguardar pela chegada de cerca de quatro milhões de livros de distribuição gratuita, para a primeira e segunda classes do Ensino Primário, e que deverão contemplar as escolas das zonas centro e norte do país.

Educação pré-escolar em Maputo: Maioria das creches funciona sem alvará

A BUSCA crescente de trabalho fora de casa, aliado à necessidade de uma boa preparação das crianças em idade pré-escolar têm movido muitos pais a optar pelos centros infantis como o local ideal para a segurança e início da formação dos seus educandos. As condições de atendimento que vão desde a logística à pedagogia variam de instituição para instituição e hoje já se assiste a uma competitividade em termos de conteúdos a leccionar bem como da assistência médica entre outros elementos atraentes. A fertilidade do mercado é um facto. Prova disso é o surgimento de muitos privados interessados na exploração da actividade. Vocação ou simplesmente negócio rentável, eis a questão tendo em conta que a própria entidade de tutela reconhece a existência de um número elevado deste tipo de estabelecimentos que funcionam à margem dos requisitos exigidos. Bom ou não para os utentes, a verdade é que são a maioria as instituições nessas condições e que segundo Cristina Matsinhe, chefe do Departamento da Acção Social, na Direcção da Cidade de Maputo, são acima de 30 contra as 23 devidamente registadas. O cada vez mais elevado número de centros infantis a funcionar sem a autorização do ministério de tutela fez com que o desafio da Acção Social a nível da cidade para este ano fosse a busca de meios capazes de reverter o cenário, pois acções sancionatórias como o encerramento não seria a solução, atendendo a crescente procura. A nossa entrevistada lança um apelo a todos quanto abraçam esta actividade, mesmo na vertente do negócio, a primar pelo rigor nas normas estabelecidas, pois ao ajudar na educação das crianças estão a ajudar-se a si próprias e ás respectivas famílias e deve haver reciprocidade de benefícios. De seguida passamos partes da entrevista que a nossa Reportagem manteve com Cristina Matsinhe.