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O consumo de drogas nas escolas tem sido ultimamente um acto frequente, visto que alguns alunos apresentam-se nas salas de aulas ou nas escolas, totalmente embriagados ou alterados psicologicamente. Este facto vem apoquentando os colegas ou pessoas que possam estar no recinto escolar bem como as direcções das escolas.
Este problema constitui uma das várias preocupações das escolas.
O consumo de drogas é motivador de outros actos maléficos como: gravidezes, furtos, violência, incluindo mau aproveitamento pedagógico. Por isso há uma necessidade de se criar um movimento de sensibilização nas escolas, de modo, a advertir-se a camada estudantil a respeito dos prejuízos que o álcool e outras drogas ilícitas produzem. Em minha opinião a campanha poderia servir como uma forma de consciencializar as pessoas envolvidas acerca das sanções que podem ser aplicadas caso cometam este tipo de vergonha.
É doloroso ver jovens a desviarem-se para caminhos obscuros, pois a maioria dos jovens metem-se nesta vida com expectativa de que passarão a ser mais espertos, mas aí é que se enganam, pois entrar no mundo das drogas principescamente nas escolas é o mesmo que cavar para sua própria sepultura.
A maioria dos jovens que se metem nestes caminhos, pertence a faixa etária entre 15 a 21 anos, o que constitui uma ameaça para os colegas que felizmente não se enveredam por estes caminhos perniciosos. É na verdade uma ameaça porque alguns se desviam por influências.
Acho eu que devíamos escolher e bem o tipo de amigos com quem podemos nos lidar e influenciarmo-nos positivamente a bem da nossa vida, evitando fazer o que os outros fazem porque o senso adverte que aquilo é uma atitude errada. Tem de existir uma ajuda também dos pais e encarregados de educação, no sentido de controlarem os filhos na saída e no regresso para casa.
Seria louvável se os encarregados procurassem ter informações a respeito do comportamento dos mesmos, junto à direcção das escolas de modo a garantirem um “cadastro saudável” dos seus educandos.
Pois, alguns mentem diante dos seus encarregados de educação, afirmando que participam activamente nas aulas enquanto na realidade ficam fora das salas fumando e embebedando-se.
Algumas escolas tentam desenvolver algumas medidas com vista a se extinguir este problema, porém, as mesmas têm fracassado, visto que as campanhas de sensibilização fazem-se poucas vezes e acabam sendo quase insatisfatórias.
Agradecia que as direcções das escolas maximizassem mais a vigilância de modo a proibir a permanência de alunos drogados nas escolas.