Menu superior

Home > Na Imprensa > Publicidade enganosa mata 1.4 milhão...

Publicidade enganosa mata 1.4 milhão de crianças

O Ministério da Saúde (MISAU) apelou às mães a amamentarem seus bebés apenas com leite materno nos primeiros seis meses de vida, pois estima-se que o uso de leite substituto nesta fase de vida resulta em cerca de 1.4 milhão de mortes. Segundo a fonte, as mães abandonam o aleitamento materno devido à publicidade enganosa feita por empresas produtoras de leite artificial e de outros alimentos para crianças.

Publicidade enganosa mata 1.4 milhão de crianças

O Ministério da Saúde (MISAU) apelou às mães a amamentarem seus bebés apenas com leite materno nos primeiros seis meses de vida, pois estima-se que o uso de leite substituto nesta fase de vida resulta em cerca de 1.4 milhão de mortes. Segundo a fonte, as mães abandonam o aleitamento materno devido à publicidade enganosa feita por empresas produtoras de leite artificial e de outros alimentos para crianças.

Maputo, Segunda-Feira, 22 de Agosto de 2011: Carlos Mafumachino Escorpião

Leonardo Chavana, porta-voz do MISAU, falando à imprensa em Maputo disse que, o aleitamento materno exclusivo é recomendado nos primeiros seis meses de vida, e a partir dessa idade, a amamentação deve continuar junto com outros alimentos complementares saudáveis até aos dois anos de vida ou mais.

A fonte fez saber que, “o não aleitamento materno, durante esse período é responsável por dez por cento das doenças nas crianças até aos cinco anos, e prejudica o desenvolvimento intelectual até a fase adulta”.

Chavana disse ainda que, “urge a necessidade de transmitir esta mensagem todas mães e cuidadoras de crianças, para protege-las de informações enganosas que privilegiam interesses comerciais”.

O porta-voz do MISAU se referia, nestes termos, à empresas que lucram com a venda e distribuição de produtos como leites, alimentos infantis, biberões, bicos e chupetas.

Neste caso, Leonardo Chavana disse que é necessária uma intervenção da sociedade civil e acima de tudo, de profissionais de saúde neste tipo de publicidades, uma vez que o sector da saúde é o principal responsável pela veiculação de informações sobre alimentação infantil.

A fonte condenou este facto, e apelou aos órgãos de comunicação social para que, “apenas aceitassem a publicidade de suplementos substitutos do aleitamento materno que estejam dentro do código nacional que tem por conseguinte determinar normas em que deve ser feita uma publicidade de alimentos, sobretudo os que substituem o aleitamento materno, porque muitas vezes esta é feita de forma enganosa, e que constitui um aliciamento que leva as mães a introduzirem esses alimentos de forma desordenada, sem observarem as condições mínimas para o efeito”.

De acordo com um inquérito realizado em 2008 no país, somente 37 por cento das crianças menores de seis meses de idade recebem aleitamento materno exclusivo, e apenas cerca de 37 por cento entre os nove a 11 anos de idade recebem pelo menos três refeições por dia, que é o mínimo necessário.

Leonardo Chavana sublinhou ainda que a prevalência da amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida da criança é ligeiramente superior nas zonas rurais que nas urbanas, variando entre 38 e 34 por cento respectivamente.

Esta diferença, segundo Chavana, se deve ao maior acesso aos suplementos artificiais, no meio urbano do que no rural, bem como a publicidade desses substitutos do leite materno.

Um dos eventos que irá reforçar a campanha para a aderência das mães ao aleitamento materno exclusivo até seis meses, é a Semana Mundial de Aleitamento 2011, que decorrerá de 22 a 29 de Agosto corrente, cujo objectivo é promover e defender a todos níveis o aleitamento materno através de diferentes formas de comunicação, melhorar as técnicas de aconselhamento em amamentação a nível dos profissionais de saúde e comunidades.

Para maior abrangência da informação, o MISAU pretende usar as tecnologias de comunicação e as suas novas formas, como redes sociais, correio electrónico (e-mail), netlog, etc.

Recorde-se que o MISAU lançou há dois anos, uma campanha que determina um tempo e espaço para as mães se dedicarem à amamentação do seu bebé, mesmo que estas se encontrem em serviço.

Leonardo Chavana, porta-voz do MISAU, falando à imprensa em Maputo disse que, o aleitamento materno exclusivo é recomendado nos primeiros seis meses de vida, e a partir dessa idade, a amamentação deve continuar junto com outros alimentos complementares saudáveis até aos dois anos de vida ou mais.

A fonte fez saber que, “o não aleitamento materno, durante esse período é responsável por dez por cento das doenças nas crianças até aos cinco anos, e prejudica o desenvolvimento intelectual até a fase adulta”.

Chavana disse ainda que, “urge a necessidade de transmitir esta mensagem todas mães e cuidadoras de crianças, para protege-las de informações enganosas que privilegiam interesses comerciais”.

O porta-voz do MISAU se referia, nestes termos, à empresas que lucram com a venda e distribuição de produtos como leites, alimentos infantis, biberões, bicos e chupetas.

Neste caso, Leonardo Chavana disse que é necessária uma intervenção da sociedade civil e acima de tudo, de profissionais de saúde neste tipo de publicidades, uma vez que o sector da saúde é o principal responsável pela veiculação de informações sobre alimentação infantil.

A fonte condenou este facto, e apelou aos órgãos de comunicação social para que, “apenas aceitassem a publicidade de suplementos substitutos do aleitamento materno que estejam dentro do código nacional que tem por conseguinte determinar normas em que deve ser feita uma publicidade de alimentos, sobretudo os que substituem o aleitamento materno, porque muitas vezes esta é feita de forma enganosa, e que constitui um aliciamento que leva as mães a introduzirem esses alimentos de forma desordenada, sem observarem as condições mínimas para o efeito”.

De acordo com um inquérito realizado em 2008 no país, somente 37 por cento das crianças menores de seis meses de idade recebem aleitamento materno exclusivo, e apenas cerca de 37 por cento entre os nove a 11 anos de idade recebem pelo menos três refeições por dia, que é o mínimo necessário.

Leonardo Chavana sublinhou ainda que a prevalência da amamentação exclusiva nos primeiros seis meses de vida da criança é ligeiramente superior nas zonas rurais que nas urbanas, variando entre 38 e 34 por cento respectivamente.

Esta diferença, segundo Chavana, se deve ao maior acesso aos suplementos artificiais, no meio urbano do que no rural, bem como a publicidade desses substitutos do leite materno.

Um dos eventos que irá reforçar a campanha para a aderência das mães ao aleitamento materno exclusivo até seis meses, é a Semana Mundial de Aleitamento 2011, que decorrerá de 22 a 29 de Agosto corrente, cujo objectivo é promover e defender a todos níveis o aleitamento materno através de diferentes formas de comunicação, melhorar as técnicas de aconselhamento em amamentação a nível dos profissionais de saúde e comunidades.

Para maior abrangência da informação, o MISAU pretende usar as tecnologias de comunicação e as suas novas formas, como redes sociais, correio electrónico (e-mail), netlog, etc.

Recorde-se que o MISAU lançou há dois anos, uma campanha que determina um tempo e espaço para as mães se dedicarem à amamentação do seu bebé, mesmo que estas se encontrem em serviço.