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Malária

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Cobertura Jornalística Sobre a Malária

A malária é a principal causa da morte de crianças em Moçambique, apesar de prevenível e passível de tratamento. Esta doença, é responsável por cerca de 40 por cento das consultas externas e 60 por cento dos internamentos nas enfermarias pediátricas. Estima-se que mais de uma em cada cinco mortes de crianças com menos de cinco anos se deva à malária.

Os media podem desempenhar um papel crucial não apoio às Acções do Governo e parceiros não combate a esta doença Endémica, divulgando como intervenções em curso e as comunidades Informando sobre as melhores práticas de higiene e de prevenção, e as opções de tratamento disponíveis.

Neste âmbito, uma breve análise da cobertura jornalística de assuntos relacionados com a malária em Moçambique foi preparada com o objectivo de facilitar o debate aberto com jornalistas que têm especial interesse por esta temática, como parte das celebrações do Dia da Luta contra a Malária na SADC – celebrado a 9 de Novembro.

Algumas questões chaves a ter em consideracao na produção de matérias sobre Malária na Imprensa:

  • Considerando que a malária e uma das principais causas de mortalidade infantil (apontar os efeitos secundários da doença para a infância);
  • Olhando para os desafios que a análise aponta, (por exemplo se faz menção ao tratamento de malária hum mulheres grávidas);
  • Confrontando os planos das instituições provedoras de serviço se saúde particularmente nenhum sector de malária (entrevistar diretor Distrital, provincial, nacional ou ministro da Saúde);
  • Projectando aquilo que seria uma situação ideal para combater a malária (explorando como estatísticas, os meios eo orçamento disponibilizado ao Departamento de malária em particular);
  • Não descartar como de pesquisas estão sendo feitas com uma vista proporcionar um tratamento adequado de uma doentes malária (ora os resultados alcançados, o estágio das pesquisas e as projecções para obter-se uma fórmula ideal para combater a malária);
  • E igualmente importante sublinhar o que as comunidades podem fazer para não combate a malária;